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SANTIFICADO SEJA O TEU NOME

O apostolado de Jesus foi uma constante santificação do nome de Deus.

Por isso, o Mestre não se limitou a dizer «Santificado seja o teu nome», na oração dominical.

Procurou, ele mesmo, louvar o Pai Celeste, distribuindo o contentamento e a paz, com todos.

Se ele quisesse, poderia ter permanecido isolado, em algum lugar de sua predileção, para viver em pensamentos sublimes, glorificando o Todo-Poderoso com as suas meditações e com as suas preces, mas o Benfeitor Divino sabia que a mais elevada maneira de santificar a Eterna Bondade é auxiliar os outros, para que os outros também compreendam que Nosso Pai do Céu vive interessado em nossa elevação e em nossa felicidade.

Assim entendendo, Jesus amparou os velhos e as crianças, os necessitados e os doentes, os fracos e os sofredores, amando e ajudando sempre.

Santificando as suas relações com Deus, espalhou a esperança e a caridade na Terra, enriquecendo os homens de fraternidade e alegria.

Tudo o que temos, tudo o que vemos, tudo o que recebemos e sentimos pertence a Deus, Nosso Pai, que tudo engrandece e aperfeiçoa, em nosso benefício. Por essa razão, devemos lembrar que estaremos santificando o nome de Deus sempre que estivermos realizando o melhor que possamos fazer.

 

Livro PAI NOSSO – Chico Xavier (ditado pelo espírito de MEIMEI)

O Dia mais Belo - Madre Tereza de Calcuta

O dia mais belo: hoje

A coisa mais fácil: errar

O maior obstáculo: o medo

O maior erro: o abandono

A raiz de todos os males: o egoísmo

A distração mais bela: o trabalho

A pior derrota: o desânimo

Os melhores professores: as crianças

A primeira necessidade: comunicar-se

O que traz felicidade: ser útil aos demais

O pior defeito: o mau humor

A pessoa mais perigosa: a mentirosa

O pior sentimento: o rancor

O presente mais belo: o perdão

O mais imprescindível: o lar

A rota mais rápida: o caminho certo

A sensação mais agradável: a paz interior

A maior proteção efetiva: o sorriso

O maior remédio: o otimismo

A maior satisfação: o dever cumprido

A força mais potente do mundo: a fé

As pessoas mais necessárias: os pais

A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!

Madre Tereza de Calcuta



Liberte-se da Culpa

A culpa pode ser definida como a responsabilidade que sentimos quando praticamos algo que, de forma negligente ou imprudente, possa ter causado dano ou ofensa a alguém.

 

Para buscarmos a libertação da culpa é fundamental entender porque estamos sujeitos ao erro e, se o cometemos, por que sentimos a culpa a atormentar nossas mentes.

 

Deus, soberanamente bom e justo, desde toda a eternidade, estabeleceu leis que regem tanto o mundo material quanto o mundo moral. As leis morais necessárias para o Espírito estão gravadas na nossa consciência.

 

“Assim como o espelho reflete o nosso exterior, a consciência reflete o nosso interior. Vemos através dela a imagem perfeita de nossa alma, como no espelho a imagem real do nosso rosto.”

 

A consciência tem a função de refletir com justiça, pondo diante de nosso próprio critério o aspecto exato de nossa moral e a forma interna do nosso ser.

 

A consciência é o árbitro interno, que se encarrega de estabelecer as diretrizes de segurança para a vida.

 

À medida que evoluímos, ela se torna mais desperta e mais lúcida, dando-nos uma compreensão mais ampla do porquê da vida, tal como um nevoeiro que quando vai se dissipando, nos permite ver o horizonte com maior amplitude.

 

Sempre que agimos em desacordo com as Leis de Deus, ela se manifesta, direcionando nossa atenção para o sucedido, objetivando o arrependimento e a reparação.

 

Como Espíritos imortais, fomos criados simples e ignorantes, visando, através das sucessivas encarnações, a perfeição. Ao longo dessa caminhada evolutiva vamos fazendo escolhas. Nessas escolhas cometemos erros, quer por ignorância ou fraqueza moral, pois enquanto ignorantes, agimos mais ou menos arrastados por impulsos primários, encontrando no erro a oportunidade de aquisição de conhecimento, de experiência, de discernimento, e de lucidez.

 

No entanto, quem erra tende a tornar-se escravo do gravame praticado, talvez influenciado pela educação religiosa que nos ensinou a sermos excessivamente rigorosos conosco.

 

Enquanto a consciência for excessivamente severa no julgamento, fará um esforço no sentido de exigir severas reparações em relação ao erro praticado.

 

A culpa somente tem sentido até o momento em que tivermos a consciência do erro. A partir daí ela passa a ser nociva ao melhoramento, pois ela não faz ninguém se sentir melhor, nem serve para modificar uma situação.

 

Do contrário, a culpa nos mantém conectados ao erro.

 

A culpa constrange, inferioriza, deprime.

 

Não adianta nada remoer o passado, cultivar o remorso e o ressentimento. Quando compreendemos o real sentido da vida, passamos a entender que errar faz parte do aprendizado.

 

Não importa o tamanho do erro, sempre queremos o melhor. Nada poderia ter sido diferente do que foi, porque era a maneira que sabíamos ver na época.

 

Sempre fazemos o que pensamos ser o melhor dentro do nosso nível de entendimento. E mais: o erro faz parte da aprendizagem e costuma ensinar muito mais do que o acerto.

 

As dificuldades, os problemas, os enganos e até as ilusões são formas de treinamento para que alcancemos a maturidade. Por isso, a culpa deve ser eliminada da nossa mente, pois, além da dor e da tristeza íntima, poderá, a longo prazo, desencadear enfermidades no corpo físico.

 

Inclusive, algumas pesquisas comprovam que sentimentos como o ressentimento e a culpa são encontrados na maioria dos casos de câncer.

 

Estamos sujeitos à lei de causa e efeito e seremos responsabilizados pelas faltas que cometemos. Em vez de nos submetermos à escravidão que a culpa pode causar, devemos pelo trabalho e através da reforma íntima, buscar reparar os equívocos, fazendo o bem em compensação ao mal que praticamos, tornando-nos humildes, se tivermos sido orgulhosos, amáveis, se tivermos sido severos, caridosos, se tivermos sido egoístas, úteis, se tivermos sido inúteis, benignos se tivermos sido perversos.


Autoria desconhecida.